Morfofisiologia da cultura do tomate sob estresse salino em diferentes ambientes

  • Geovana Ferreira Goes Departamento de Engenharia Agrícola. Universidade Federal do Ceará (UFC), Rua Campus do Pici, s/n, Campus do Pici, Bloco 804, CEP 60440-554, Fortaleza, CE, Brazil.
  • Claudivan Feitosa de Lacerda Departamento de Engenharia Agrícola. Universidade Federal do Ceará (UFC), Rua Campus do Pici, s/n, Campus do Pici, Bloco 804, CEP 60440-554, Fortaleza, CE, Brazil.
  • Geocleber Gomes de Sousa Instituto de Desenvolvimento Rural. Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), Avenida da Abolição, n° 3, CEP: 62790-000, Redenção, CE, Brazil.
  • Henderson Castelo Sousa Departamento de Engenharia Agrícola. Universidade Federal do Ceará (UFC), Rua Campus do Pici, s/n, Campus do Pici, Bloco 804, CEP 60440-554, Fortaleza, CE, Brazil.
  • Marlos Alves Bezerra Laboratório de Fisiologia Vegetal. Embrapa Agroindústria Tropical, Rua Dra. Sara Mesquita, n° 2270, CEP: 60511-110, Fortaleza, CE, Brazil.
  • Samuel de Oliveira Santos Departamento de Engenharia Agrícola. Universidade Federal do Ceará (UFC), Rua Campus do Pici, s/n, Campus do Pici, Bloco 804, CEP 60440-554, Fortaleza, CE, Brazil.
  • Bubacar Baldé Centro de Energia Nuclear na Agricultura. Universidade de São Paulo (USP), Avenida Centenário, n° 303, CEP: 13416-000, Piracicaba, SP, Brazil.
  • Fred Denilson Barbosa da Silva Instituto de Desenvolvimento Rural. Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), Avenida da Abolição, n° 3, CEP: 62790-000, Redenção, CE, Brazil.

Resumo

O uso de água salobra pode provocar efeitos severos e danos irreversíveis no crescimento e nos índices fisiológicos das culturas agrícolas. Assim, a ambiência agrícola surge como alternativa para mitigar o estresse salino em híbridos de tomate (Solanum lycopersicum L.). Neste sentido, objetivou-se avaliar as trocas gasosas e o crescimento de híbridos de tomate submetida a irrigação com água salobra, em diferentes ambientes. O estudo foi desenvolvido em Aratuba, Ceará, Brasil. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, em parcelas subsubdivididas, sendo as parcelas formadas por dois ambientes (ambiente protegido e pleno sol), as subparcelas por cinco níveis de condutividade elétrica da água de irrigação (CEa) (1,0; 1,7; 2,4; 3,1 e 3,8 dS m-1) e as subsubparcelas pelos dois híbridos de tomate (Itaipava e BS DI0014), com cinco repetições. O estresse salino reduziu negativamente as taxas fotossintéticas, a condutância estomática, a concentração interna de CO2 e a eficiência do uso da água, porém com menor intensidade no ambiente protegido.  O híbrido BS DI0014 foi mais tolerante ao estresse salino quanto a transpiração no ambiente protegido e a pleno sol em relação ao híbrido Itaipava F1. Os híbridos Itaipava F1 e BS DI0014 cultivados em ambiente protegido apresentam maior concentração interna de CO2.

Palavras-chave: cultivo protegido, salinidade, Solanum lycopersicum L.

Publicado
22/04/2026
Seção
Artigos