Hidroquímica dos lagos em forma de ferradura do rio Chandless, sudoeste da Amazônia

  • Rodrigo de Souza Gomes Laboratório de Limnologia. Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Universidade Federal do Acre (UFAC), BR 364, KM 4, CEP: 69920-900, Rio Branco, AC, Brazil.
  • Eliete dos Santos Sousa Laboratório de Limnologia. Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Universidade Federal do Acre (UFAC), BR 364, KM 4, CEP: 69920-900, Rio Branco, AC, Brazil.
  • Nei Kavaguichi Leite Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Ecologia e Zoologia. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Campus Universitário Córrego Grande, Caixa Postal 5064, CEP: 88035-972, Florianópolis, SC, Brazil.
  • Rair Verde Diretoria Técnica. Catraia Soluções Ambientais, Avenida General Vieira de Melo, s/n, CEP: 69915-178, Rio Branco, AC, Brazil.

Resumo

Parque Estadual Chandless (Acre, Brasil) durante a estação seca (junho–julho de 2021). Testamos a hipótese de menores concentrações de nutrientes nos lagos. Amostras de água foram analisadas para cátions e ânions, além de medições in situ de pH, temperatura, condutividade e oxigênio dissolvido. O rio apresentou maiores valores de pH, condutividade e oxigênio. Contrariando a hipótese, as concentrações de nutrientes variaram. Ca2+, Na+ e Mg2+ foram superiores no rio e no Lago São João II. SO42- e NO2- dominaram nos lagos Buião e São João I. Os resultados destacam perfis iônicos distintos e a singularidade ecológica de cada sistema.

Palavras-chave: ecossistemas aquáticos, hidroquímica, limnologia, planícies aluviais.

Publicado
22/04/2026
Seção
Artigos